terça-feira, setembro 06, 2005

Retida - em jeitos de exorcismo

Esta não me tem saído da cabeça, e agora que finalmente a obtive (por meios mais ou menos lícitos...) é que não sai mesmo (literalmente). Foi a melodia, mas também gosto da letra.
Até me apetecia escrever sobre o primeiro dia de chuva, sobre um encontro de 3º grau que tive com mormons (... “não, sou agnóstico” ... “porque não tenho fé” ... “pois não, não consigo provar que não existe”... “pois é, respeito muito a sua posição mas, como diz o Corão, se Deus quisesse todos eram crentes; de qualquer forma obrigado”); sobre “O código de Da Vinci” (que finalmente li, gostei, mas que não me provocou qualquer histeria sobre a vida de Maria Madalena; não me despertou qualquer vontade de massacrar toda a gente em quem ponho a vista com a história do Priorado do Sião, nem me fez ver símbolos de fertilidade escondidos por tudo o que é fresco de capela); ou mesmo sobre a minha saga pessoal relacionada com o ar condicionado (onde eu estou, fica virado directamente para mim e só amaina quando me começa a doer a garganta; desde o Bergantim ao autocarro da Carris; da sala de trabalho ao restaurante); mas não é possível.

Aqui fica então, para “each and everyone”, a que hoje não me sai da cabeça:

If you ever feel the time to drop me a loving line
maybe you should just think twice
I don't wait around on your advice
you tell me I can go this far, but no more
try to show me heaven and then slam the door
you offer shelter at a price much too dear
and your kind of love's the kind that soon disappears
So don't brag how you have changed
and everything's been rearranged
I thought all that was over and done
but I still get the same from each and everyone
being kind is just a way to keep me under your thumb
and I can cry because that's something we've always done
you tell me I'm free of the past now and all those lies
then offer me the same thing in a different guise
PS – sobre os artistas
Lx

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