quarta-feira, março 08, 2006

Férias 2

Isto às tantas dá expulsão do blog... mas... isto é tão bom, que tenho de o por aqui.
Excerto da conversa entre Tomás, o trintão professor universitário de Criptologia de olhos verdes, e Lena, a fogosa e voluptuosa estudante de Erasmus sueca:

“A sopa de peixe norueguesa é muito rica. Vai ver que, quando acabar de a comer, se vai sentir enfartado."
Tomás trincou um pedaço de peixe, pareceu-lhe abrótea, temperada pelo­ líquido branco do caldo.
“Porque razão é branca a sopa?", admirou-se ele. "Não é feita de água?”
“Leva água, mas também leva leite.”
“Leite?”
“Sim”,assentiu ela. Parou de comer e fitou-o com uma expressão insinuante­. "Sabe qual é a minha maior fantasia de cozi­nheira?”
“Hã?”
“Quando um dia for casada e tiver um filho, vou fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas."
Tomás quase se engasgou com a sopa.
“Como?”
“Quero fazer uma sopa de peixe com o leite das minhas mamas”, repetiu ela, como se dissesse a coisa mais natural do mundo. Colocou a mão no seio esquerdo e espremeu-o de modo tal que o mamilo espreitou pela borda do decote. "Gostava de provar?”
Tomás sentiu uma erecção gigantesca a formar-se-lhe nas calças. Incapaz de­ proferir uma palavra e com a garganta subita­mente seca, fez que sim com a cabeça. Lena tirou todo o seio esquerdo para fora do decote de seda azul; era lácteo como a sopa, com um largo mamilo rosa-claro e a ponta arrebitada e dura como uma chupeta. A sueca ergueu-se e aproximou-se do professor; em pé ao lado dele, encostou-lhe o seio à boca.
Tomás não resistiu.
Abraçou-a pela cintura e começou a chupar-lhe o mamilo saliente; o seio era quente e macio, tão imenso que afundou nele a sua cara. Encheu as palmas das mãos com os dois seios e apertou-os como se fossem almofadas, numa pulsão de luxúria, queria-os sentir fofos e gostosos. Enquanto ele a mamava, Lena desapertou-lhe o cinto e o botão das calças; correu a braguilha para baixo­ e tirou-lhe as calças com um movimento rápido. Privando-o dos seus seios, depressa o recompensou de outro modo; ajoelhou-se aos pés da cadeira, inclinou-se sobre o seu regaço e encheu a boca. Tomás gemeu e perdeu o pouco do controlo que lhe restava sobre si mesmo.


Excerto do livro “O Codex 632” de José Rodrigues dos Santos

O orelhas, com aquela cara de santo, saiu-me cá um safado, hã?
Teremos entre mãos mais um candidato a autor do “O meu Pipi”?

4 Comments:

Blogger Rita Rabiga said...

O tomás tinha calças de stripper?
Como é que ela conseguiu tirar-lhe as calças num movimento rápido?
Esta cena é hilariante.
Para conto erótico de fraca qualidade só falta acabar com ele a vir-se na cara dela.
Ah Ah Ah Ah Ah!!!

7:14 da tarde  
Anonymous druida said...

o orelhas é professor universitário, e quase que aposto que também tem olhos verdes...com esta informação alguém ainda se atreve a gozar com ele?

11:22 da tarde  
Blogger Jq said...

Expulsão de blog? Mas andas outra vez a criar regras? Ao menos avisa.
E foi mesmo o orelhas, ou são recordações do teu próprio erasmus?

4:07 da tarde  
Blogger Jaf said...

Antes fossem, antes fossem...(suspiro)...

8:51 da manhã  

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