sexta-feira, outubro 14, 2005

“So get up!”

Na realidade, não tenho razões de queixa; mas este misto de sono e moleza minam-me a concentração e confundem-me o singular com o plural na passagem da terceira para a quarta vocalização. O mau sono não pode ser desculpa para tudo; hoje, se as faixas de segurança não se desenquadrarem, até estão asseguradas algumas gargalhadas dissertativas recuperadas da lá de perto da terra dos canivetes. Daquelas que, enquanto cá estiverem, ninguém é arrastado (pelas correntes, já por “fantas de chocolate”, “não temos”, “então era mais um...”...).
Para as desminagens há um outro antibiótico eficaz. Passa por alguma ousadia e pela peça de museu. Dado que palavras leva-as o vento, e que este último revolve a ondulação, o melhor é não me comprometer com nada (os tempos de campanha estão de intervalo e o fresquinho do atlântico não se compadece com processos de intenções...). Mas lá que era boa ideia, era.
Lx

PS - A foto, do declive cartográfico umbilical, tem mais uma vez proveniência analógica, pelo que se repete o agradecimento. Para que a coragem de enfrentar a temperatura prevaleça.
O título.

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