quarta-feira, outubro 12, 2005

Duas horas de fantasia

Desde o seu início, e mais ou menos como nas nossas autárquicas, existe alguma dificuldade em perceber o que é maldição ou o que é aldrabice.
A sensação dominante é que quem finge saber lidar com feitiços mais tarde ou mais cedo se lixa, o que confere alguma mensagem de esperança ao enredo.

“Trouxe” também que talvez queimar florestas não resolva nada a ninguém, por muito grande que seja o exército;

que talvez os feitiços escolham miúdas giras (ou talvez as miúdas giras escolham os feitiços –

a parte da escolha não ficou muito clara);

que talvez as equipas se desfaçam (talvez só em parte);

que talvez mauzões com más intenções se enganem num bom sentido;

e que talvez o final seja feliz.

Fantasy is what people want
Reality is what people need

Disse, acompanhada só da viola, a senhora que felizmente fala sobre tudo. Aqui, e durante duas horas de cinema, fiquei-me pela primeira.
Lx

PS – Há uns 2 anos “palmaram-me” a carteira no “49”. Eu reparei ainda a tempo e, um transeunte polícia à paisana com mais coragem que egocentrismo racional, interceptou um deles. Feitas as contas, eu fiquei sem carteira e o Liberiano sem solo Português. Eu já tenho outra carteira. As fotos vêm do site oficial.

1 Comments:

Blogger Jaf said...

Fui ver ontem.

N a apresentação não prometia muito, mas é muito bom...cheio de subtilezas...

8:35 da manhã  

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