sexta-feira, julho 01, 2005

O "azarrastão"

Estava para aqui eu a pensar que ando atreito a azares. Exemplos? Só(!) três.
Ontem, durante a futebolada semanal consegui, na equipa com um elemento a mais, perder o jogo, falhar golos e levar uma valente bolada nos... no... ora bem, aonde a minha sensibilidade atinge níveis escusados. Não contente, passei 45 minutos no trânsito para chegar a uma loja e não comprar uma prenda de casamento de uma lista já fechada (com a agravante de estar quase sem bateria no telemóvel, altamente conveniente para avisar os restantes cúmplices desta intervenção a roçar o final do prazo de validade). A amostra é completada com a presença de três carros de polícia, um de bombeiros e uma carrinha do canil da câmara à porta de casa (a cena é, infelizmente, demasiado mórbida para ser contada, dado que envolve um idoso de um apartamento próximo que não dava sinais de vida há alguns dias).
Apesar de me sentir na pele de “Rei Midas ao contrário“, cada vez mais me apercebo que não passo de um amador. Há por aí verdadeiros campeões. E de quem é a culpa? Lá de quem é, não sei, mas que ninguém lhe escapa...
Consta que o tal de Midas acabou a vida miserável (desprezado pelos Deuses, pobre e com orelhas de burro). O melhor é tentar acreditar que este é o caminho certo...

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