terça-feira, julho 05, 2005

As bananas da Madeira

São diferentes. Não, diferentes é pouco. São únicas, excelentes, imperdíveis, amorosas, são este mundo e o outro, são a minha fé, força “bananas da Madeira Allez”.
Por elas faço tudo e tudo perdoo. São caras, não faz mal, é porque sabem bem. Subsidiadas, melhor ainda, são parte da nossa cultura. Levem o meu IRS, levem o meu IVA, levem tudo e insultem-me todos os anos, porque o que eu gosto são delas e sem elas não seria ninguém.
Não lhes retirem autonomia orçamental, não vão eles abandonar a banana. Eu pago, e pago bem, porque como a banana da Madeira não há ninguém. Pobre cubano que nada sei, protejam bem a banana e o seu rei.
E que suba bem alto esse fogo de artifício, essa classificação na superliga, esse insulto ao compatriota, enquanto desce fundo, bem fundo, mais um túnel na ilhota.
Ele tudo sabe, até comprava todos os “Expressos” que lá aterravam, por isso nada lhe poderei ensinar. Que o monhé se afaste e o amarelado se cuide. Pois sem elas seríamos só nós. E aí, sim, tudo seria incompreensível.
Lx

PS – Foto suprimida à Universidade Independente

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