sexta-feira, maio 06, 2005

Irracional até ao último minuto



Devo começar por admitir que aos 118’30’’ perdi a esperança. Aqui a fica a minha penitência...
Agora ao que interessa. Parece-me que não restam grandes dúvidas. Épico, heróico, grandioso, apoteótico, de sonho... o lado irracional da vida ressuscitou no último minuto (dos descontos do prolongamento).

Apesar de variadas lesões; seja dos tipos que finalmente começaram a jogar, dos tipos mais regulares, dos mais virtuosos; que condicionaram o onze titular, estremeci (bastante) quando vi a lesão do que arruma a casa (ainda que lasque alguma mobília pelo caminho) e a substituição do que se confunde tanto a ele como aos outros.
Tudo isto aliado à manifesta “falta de jogo” de outros que raramente jogavam mal e que viram a contenda do banco de suplentes.

Mas era com os que estavam em campo que a coisa se tinha de resolver e o filho da Dona Silvéria (senhora que originou dos momentos mais bizarros da televisão Portuguesa ao ser entrevistada em directo pela Sic Notícias no final do jogo... não por culpa dela mas do entrevistador) que agradeça a quem lhe disponibilizou um plantel destes.
Uma última palavra especial (e muitas ficaram por dizer).
Normalmente não é ele quem resolve, mas, juntamente com um que confesso já teria despachado, foi enorme. Joga aonde for preciso e, apesar do azar na taça doméstica, deu-nos sorte na europeia.

Dado que não gostamos de “lavar roupa suja na praça pública”, o resto da discussão é feita lá em casa. Lx

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